Lugar Incomum

Em busca de novos modelos de expansão e bases de clientes alternativas, redes de franquias desenvolvem lojas adaptadas para pontos de venda como escolas, hospitais e postos de gasolina.

Para reduzir custos operacionais e diversificar o público-alvo, franquias brasileiras têm investido em unidades fora de shopping centers e pontos de rua. É o caso de redes de alimentação como a Seletti e o Rei do Mate, que abriram lojas em hospitais e postos de gasolina para crescer em segmentos pouco explorados pela concorrência. “Além de apresentar valores reduzidos de aluguel e de manutenção, esses espaços dão acesso a novas bases de clientes”, diz Ana Vecchi, diretora da consultoria de franchising Vecchi Ancona. As vantagens do modelo são evidentes. No entanto, fatores como: fluxo de visitantes, presença de concorrentes e gastos com reformas devem ser levados em conta. Os custos com a divulgação da unidade são outro item que merece atenção – sua visibilidade costuma ser menor em relação a pontos tradicionais. “Não adianta procurar apenas pelo aluguel mais baixo. É preciso avaliar se o ponto oferece boas condições de logística e de sazonalidade”, afirma a consultora.

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