A empresa é uma rede de negócios.

March 22, 2016

Foto: Tim Dodd

por Paulo Ancona Lopez

 

Empresas cheias de caixinhas, títulos, donos de áreas, burocráticas ou que olham só para dentro, já morreram! Mesmo que não saibam disso ainda.
O mundo se move veloz, ágil, mutante, com clientes trocando de marcas, produtos e serviços, buscando novas experiências.
A tecnologia chegou, há tempos, ao ponto de quebrar qualquer paradigma.
Clientes querem ser seduzidos por soluções novas e, a cada dia, novas empresas oferecem algo que nunca havia sido pensado antes.
 
Não é plausível imaginar que todas as empresas liderem em inovação, mas é absolutamente necessário que se adaptem às exigências atuais e, para isso, suas estruturas rígidas devem ser implodidas e trocadas por grupos de trabalho, gestores de processos, equipes integradas, como se fossem pequenas empresas autônomas com o objetivo de captar, resolver, promover, melhorar e atender a tudo que possa vir dos clientes e na velocidade da expectativa deles.
 
Uma empresa moderna precisa ser formada por uma “rede de miniempresas” interligadas que cuidem dos produtos, das estratégias de comunicação, dos clientes e saibam transformar essas demandas em oportunidades. A rotina deve se transformar em algo absolutamente sem rotina e em ações que visem transformá-la a cada dia, atendendo às demandas do mercado.
 
O fluxo se inverteu. Não se trata mais de oferecer o que achamos interessante ou o que podemos, mas de entender as necessidades dos clientes e, se possível, se antecipar a elas ou criar novas necessidades a eles.
O modelo de gestão deve estar suportado por uma nova estrutura formada por essa “rede” de equipes, sendo os problemas e dificuldades tratados como reais oportunidades de melhorias e a possibilidade de novos negócios.
 
O cenário atual é de ruptura de padrões, da cultura da inovação, da sustentabilidade, da economia compartilhada e, consequentemente, lugar para empresas que consigam acompanhar essa dinâmica. Como as empresas são o retrato das pessoas que as compõem, esse é o caminho: atuar com pessoas que ousem, que compartilhem, que tenham “espírito de start up” e isso começa pela sua diretoria.
 
O tempo gira cada vez mais rápido e você já sabe disso. E seus colaboradores devem saber que o papel deles é o papel de empresários de seus processos e responsabilidades!

 

 

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